sábado, 30 de setembro de 2017

Ano I – Rio das Ostras – Edição Outubro 2017

Editorial

Quando Compreenderes

Quando compreenderes que deves a ti mesmo a conquista da paz, nada mais te deterá os passos na senda do bem. Quando compreenderes que és o artífice de tua felicidade, nada mais conseguirá impedir-te de trabalhar por ela. Quando compreenderes que a tua alegria depende exclusivamente de ti, nada mais te induzirá ao desalento. Quando compreenderes que a tua vida é o resultado de tuas atitudes, nada mais te desviará do cumprimento do dever. Quando compreenderes, enfim, que a colheita de hoje corresponde exatamente à semeadura de ontem, nada mais lamentarás a não ser a tua própria falta de discernimento no instante de escolher a semente que, deliberadamente, lançastes ao solo da vida.

(André Luiz, do livro Páginas de fé, de Francisco Candido Xavier)


Afinidade
  
O homem permanece envolto em largo oceano de pensamentos, nutrindo-se de substância mental, em grande proporção.
 Toda criatura absorve, sem perceber, a influência alheia nos recursos imponderáveis que lhe equilibram a existência.
 Em forma de impulsos e estímulos, a alma recolhe, nos pensamentos que atrai, as forças de sustentação que lhe garantem as tarefas no lugar em que se coloca.
 O homem poderá estender muito longe o raio de suas próprias realizações, na ordem material do mundo, mas, sem a energia mental na base de suas manifestações, efetivamente nada conseguirá.
Sem os raios vivos e diferenciados dessa força, os valores evolutivos dormiriam latentes, em todas as direções.
A mente, em qualquer plano, emite e recebe, dá e recolhe, renovando-se constantemente para o alto destino que lhe compete atingir.
 Estamos assimilando correntes mentais, de maneira permanente.
De modo imperceptível, “ingerimos pensamentos”, a cada instante, projetando, em torno de nossa individualidade, as forças que acalentamos em nós mesmos.  
Por isso, quem não se habilite a conhecimentos mais altos, quem não exercite a vontade para sobrepor-se às circunstâncias de ordem inferior, padecerá, invariavelmente, a imposição do meio em que se localiza.
Somos afetados pelas vibrações de paisagens, pessoas e coisas que cercam.  
Se nos confiamos às impressões alheias de enfermidade e amargura, apressadamente se nos altera o “tônus mental”, inclinando-nos à franca receptividade de moléstias indefiníveis.
Se nos devotamos ao convívio com pessoas operosas e dinâmicas, encontramos valioso sustentáculo aos nossos propósitos de trabalho e realização.  
Princípios idênticos regem as nossas relações uns com os outros, encarnados e desencarnados.  
Conversações alimentam conversações.
Pensamentos ampliam pensamentos.
Demoramo-nos com que se afina conosco.
 Falamos sempre ou sempre agimos pelo grupo de espíritos a que nos ligamos.
 Nossa inspiração está filiada ao conjunto dos que sentem como nós, tanto quanto a fonte está comandada pela nascente.
 Somos obsidiados por amigos desencarnados ou não e auxiliados por benfeitores, em qualquer plano da vida, de conformidade com a nossa condição mental.
 Daí, o imperativo de nossa constante renovação para o bem infinito.
 Trabalhar incessantemente é dever.
 Servir é elevar-se.
 Aprender é conquistar novos horizontes.
 Amar é engrandecer-se.
 Trabalhando e servindo, aprendendo e amando, a nossa vida íntima se ilumina e se aperfeiçoa, entrando gradativamente em contato com os grandes gênios da imortalidade gloriosa.


A família e a opção religiosa

As religiões devem unir pessoas. Quando ela estiver entre dois seres humanos, separando-os, deve dar lugar ao respeito de parte a parte e ao amor incondicional.
Quem ama deve libertar-se da exigência em querer fazer do outro uma cópia de si mesmo.
As religiões são criações humanas sob inspiração divina. A parte humana ainda contém a sombra coletiva do mal e a parte divina nos insere na dimensão do amor universal.
Quando a família se encontra unida na mesma opção e ação religiosas, Deus é cultuado no coração de cada um de seus membros.[...]
Os pais não devem transferir a responsabilidade quanto à educação religiosa para a escola, para o templo ou para os grupos sociais de que seus filhos fazem parte, salvo em assuntos cujos valores básicos já estejam sendo ou tenham sido assimilados por eles. Aqueles que se decidiram por constituir uma família devem entender que há desafios nesta que não podem ser transferidos para a sociedade. Compete aos pais proporcionar os meios adequados para que seus filhos encontrem condições de viver em sociedade a partir de valores morais elevados. [...]
Os pais devem compreender que a melhor forma de educar seus filhos é através do exemplo, do carinho e do amor que lhes dediquem. A religião que eles pretendam passar para seus filhos deve conter esses princípios em sua prática.
A religião pessoal não está escrita em nenhum lugar do mundo. Ela deverá ser colocada no coração e na prática diária do ser humano. Não deve conter códigos rígidos nem princípios que não possam conter a humildade e o amor ao próximo.
[...]Psicologicamente ela deve servir como âncora na qual se possa garantir a vida. Essa âncora será o último recurso quando o espírito se encontre em seu limite máximo de sofrimento. Porém, ela também funcionará nos momentos de alegria e de felicidade.
Hoje a religião deve libertar sem culpar; deve ensinar sem impor; deve educar com amor, visando a felicidade do Espírito.
(Do livro Evangelho e Família de Adenáuer Novaes)




Psicografia recebida em 20/09/2017 pela médium Fernanda

O amor, tão difundido por Jesus é o maior remédio para todas as dores desta humanidade.
O amor, restaura as forças que durante a reencarnação vão se exaurindo. Só ele pode permanecer dentro de nós.
O amor nos renova a paz interior, nos refaz a saúde física e mental.
O amor nos aproxima da espiritualidade benfazeja e nos leva à razão do bem e do mal, sempre nos mostrando a verdade.
O amor é o princípio e o fim de tudo, foi assim que Deus desejou e nós, seus filhos, devemos entender as suas leis, e aprendermos a amar o próximo e a nós mesmos, para que tenhamos em nosso livre arbítrio soluções adequadas a nossa jornada.
Amigos, o amor é recomendado em todas as situações aonde haja dor ou alegria. Vamos conjugar esse verbo em todos os tempos e poderemos realmente entender o amor que Jesus quis que aprendêssemos.
Vamos amar, para que as luzes do infinito abençoado por Deus nos abracem.
Um irmão da Casa.







sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Ano I – Rio das Ostras – Edição Setembro 2017

Editorial

 A sombra nos olhos físicos pode ser angustiosa provação, mas, a cegueira real é aquela que envolve o coração e a mente, na noite da rebeldia ou da ignorância. 
 É por isso que encontramos, no mundo, cegos de todos os matizes ... 
 Cegos cristalizados na usura, que nada enxergam, além do pobre tesouro amoedado, em que mergulham as mãos ávidas. 
 Cegos detidos no egoísmo destruidor, que nada vêm senão os caprichos em que se movimentam. 
 Cegos encarcerados no orgulho, supondo-se as únicas criaturas louváveis do Universo. 
 Cegos algemados à viciação, em que apagam a luz da própria consciência. 
 Cegos agrilhoados à preguiça, que somente enxergam as suas conveniências individuais, invariavelmente dispostos a vampirizar os semelhantes, à custa de queixas e lamentações. 
 Cegos atados à tristeza nociva, que menosprezam a graça do sol e as riquezas da vida, sustentando-se na imobilidade espiritual da revolta ou do desespero, olvidando que a vida é trabalho e renovação. 
 Cegos confiados ao abismo da descrença, que nada observam senão os espinhos de sarcasmo e negação, que lhes vicejam no íntimo ... 
 Para todos esses cegos que cruzam diariamente nossos passos elevemos ao Alto as nossas preces de auxílio, rogando ao Senhor nos mantenha acordados para as próprias responsabilidades, com a suficiente visão para o desempenho dos nossos deveres, ainda que esse despertamento nos visite, a cada hora, pela bênção edificante da dificuldade ou da dor.   

(Mensagem de Emannuel do livro Construção Do Amor, de   Francisco C. Xavier)


Ao teu alcance
  
Seja qual for o problema que te perturbe, procure manter a serenidade. Ninguém age com acerto se não aprende a pacificar as próprias emoções.
Não te precipites nas decisões que devas tomar. Reflete que a Natureza prossegue, imperturbável, cumprindo os ciclos que lhe assinalam a trajetória. Contempla à noite o Céu recamado de estrelas e, silenciando os conflitos do teu mundo interior, sintoniza com a mensagem de paz que te alcança de todas as direções.
Nada pode empanar o brilho da Verdade, assim como nada consegue deter a marcha natural dos acontecimentos. Viver é um aprendizado constante.
Unge-te de humildade para que o personalismo não te faça crer infalível, mas revista-te de coragem para que o desalento não te iniba a capacidade criadora. Auxilia sempre, porquanto o bem é a melhor terapia do espírito.
Alija do coração qualquer sentimento de mágoa e nada faças que te ocasione remorso. Não permitas que a trama sutil da descrença te induza ao desequilíbrio, arremessando-te à vala do infortúnio.
A maior conquista do homem sobre a Terra é a de sua iluminação espiritual. Trazes o universo contigo e por isso mesmo, onde estiveres a felicidade estará ao seu alcance.

Não julgues a ninguém, esforçando-te por compreender mesmo àqueles que te façam sofrer. Lembra-te de que o Amor pode tudo em todos e nunca deixes de amar o próximo como a ti mesmo.
(Mensagem de Pastorino, do Livro Páginas de Fé, psicografado por Chico Xavier e Carlos A. Bacelli)



Leis e Justiça Divinas

Léon Denis, nos livros Depois da Morte e O problema do ser, do destino e da dor, corroborou os princípios da Lei e Justiça Divina, alertando-nos sobre a responsabilidade de cada espírito.
Devemos desenvolver o senso moral e dilatar a nossa reponsabilidade diante da vida; estar conscientes de que, depois de cada existência terrena, a alma ceifa e recolhe, em seu corpo fluídico, o resultado das experiências e dos progressos, os frutos da existência decorrida. Por isso, deve agir de forma justa para colher a felicidade com o que semeou.
Léon Denis esclareceu ainda que cada pensamento, vontade e ação da alma repercute em seu invólucro fluídico (perispírito), colhendo assim, exatamente, o que semeou.
O perispírito, por sua natureza etérea, vai se tornando, com a prática do bem, sutil, radiante, aberto às mais altas percepções e às sensações mais elevadas da vida do Espaço. Assim ele se torna, cada vez mais, capaz de vibrar harmonicamente com os Espíritos elevados e de participar das alegrias e impressões das esferas superiores do mundo espiritual e do infinito.
Cada ato generoso, gesto de sacrifício, pensamento altruísta, estado moral elevado, impulso de solidariedade e exteriorização de amor iluminam a alma e o perispírito, dando-lhes um poder de radiação mais intenso.
Já para as almas que praticaram o mal, o seu perispírito adquire uma forma grosseira e opaca. Cada pensamento ruim, ato violento ou criminoso e hábito pernicioso condensam e entenebrecem o perispírito, carregando-o de fluidos grosseiros. Dessa forma, elas ficam acorrentadas à Terra por sua própria materialidade e condenadas a ficar encerradas nas baixas regiões do mundo espiritual.
Mas, por imposição das leis que regem a reencarnação, as almas voltam ao mesmo plano físico para reparar o mal que fizeram nesse mesmo plano. Passam por provas, melhoram o emprego das faculdades intelectuais, aprimoram as qualidades morais, resgatam dívidas, se purificam, se aperfeiçoam e se elevam.
Portanto, perante a Justiça Divina de Deus, não há eleitos ou réprobos. Há a sanção para todos os deveres e as compensações para todas as dores.
Nesse contexto grandioso e justo, os Espíritos são senhores e autores de seus próprios destinos. Logo, devemos estar conscientes de que agindo sempre de modo amoroso e sábio, e trabalhando para as conquistas intelectuais e morais elevadas, as consequências serão o bem-estar e a felicidade, na vida presente e na vida futura.
(Do livro O homem que mudou a história, de Geziel Andrade)













Psicografia recebida em 13/06/2017 pela médium Cláudia Araújo

Fraternidade, irmãos!
Fraternidade entre irmãos da família de Deus, todos criados por Deus. Eis uma benção imensurável.
Em momento tão conturbado da civilização terrena, usem de fraternidade, irmãos, uns com os outros.
A fraternidade torna amorosa a nossa visão das coisas e das pessoas. Com as “lentes” da fraternidade, esquecemos a espada e lançamos mão da suave brisa do afeto e da compreensão.
Sempre que escolhemos agir com fraternidade, tudo se realiza de forma mais afável, em harmonia com as Leis de Deus.
Lembram o maior mandamento?
“Amar a Deus de todo o seu coração, entendimento, de toda sua alma”.
Lembram o segundo maior mandamento?
“Amar ao próximo como a si mesmo”.
Amor é o roteiro seguro. E é o amor que inspira a atitude fraterna.
Fraternidade, irmãos, uns com os outros.
Não mais a maledicência, mas a palavra fraterna.
Não mais o mal julgamento, mas a compreensão fraterna.
Não mais o pensamento maldoso, mas o pensamento amoroso.
Não mais o melindre, mas a iniciativa fraterna do bom entendimento.
Não mais a mágoa, mas a benção da reconciliação.
Não mais a promessa, mas a firme atitude de amar.
Não mais as desculpas, mas a realização do bem que conhecem.
Fraternidade, irmãos, uns com os outros.
Na família, para que os laços e o compromisso assumindo se concretizem em dádivas de luz para cada membro.
Na sociedade, para que o amparo mútuo seja como bússola a guiar por caminho seguro de prosperidade.
No trabalho, para que os planejamentos alcancem as metas do progresso para todos.
No templo de sua fé, para que as orações pautadas na reforma sincera, não só de palavras, possam se harmonizar com as verdadeiras atitudes de fé a consolar, esclarecer e renovar as almas irmãs, pelo exemplo.
Fraternidade, irmãos, consigo mesmos.
Fraternidade, irmãos, uns com os outros.
Luz e paz!
Sion


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ano I – Rio das Ostras – Edição Agosto 2017

Editorial

Em todos os caminhos

          Seja qual for a experiência, convence-te de que Deus está conosco em todos os caminhos.
          Isso não significa omissão de responsabilidade ou exoneração da incumbência de que o Senhor nos revestiu. Não há consciência sem compromisso, como não existe dignidade sem lei.
          O peixe mora gratuitamente na água, mas deve nadar por si mesmo. A árvore, embora não pague imposto pelo solo em que se vincula, é chamada a produzir conforme a espécie.
          Ninguém recebe talentos da vida para escondê-los em poeira ou ferrugem.
          Nasceste para realizar o melhor. Para isso, é possível te defrontes com embaraços naturais ao próprio burilamento, qual a criança que se esfalfa compreensivelmente nos exercícios da escola. A criança atravessa as provas do aprendizado sob a cobertura da educação que transparece do professor. Desempenhamos as nossas funções com o apoio de Deus.
          Se o conhecimento exato da Onipresença Divina ainda não te acode à mente necessidade de fé, pensa no infinito das bênçãos que te envolvem, sem que despendas mínimo esforço. Não contrataste engenheiros para a garantia do Sol que te sustenta e nem assalariaste empregados para a escavação de minas de oxigênio na atmosfera, a fim de que se renove o ar que respiras.
          Reflete, por um momento só, nas riquezas ilimitadas ao teu dispor, nos reservatórios da Natureza e compreenderás que ninguém vive só.
         Confia, segue, trabalha e constrói para o bem. E guarda a certeza de que, para alcançar a felicidade, se fazes teu dever, Deus faz o resto.
(Do livro Estude e Viva - psicografado por Chico Xavier e Waldo Vieira)



A Lei da Liberdade

A compreensão da lei de liberdade nos faz perceber que, para progredir, precisamos uns dos outros e que todos temos direitos recíprocos, que precisam ser respeitados, uma vez que qualquer prejuízo que provoquemos ao semelhante, em decorrência dos nossos atos, não ficará impune perante a Lei de Deus. É por esta razão que o ensinamento de Jesus de “não fazer aos outros o que não gostaríamos que os outros nos fizessem” (Mateus, 7:12) — ensinamento conhecido como regra de ouro — estabelece os limites da nossa liberdade e nos orienta como viver em sociedade, conforme os direitos e os deveres que nos cabem.
A lei de liberdade é bem compreendida quando aprendemos a fazer relação entre a liberdade de pensar e a liberdade de consciência. Como sabemos, a liberdade de pensar é plena no ser humano: No pensamento goza o homem de ilimitada liberdade, pois que não há como pôr-lhe peias. [...] Voando nas asas do pensamento, a mente espiritual reflete as próprias ideias e as ideias das mentes com as quais se afiniza, nos processos naturais de sintonia.
Nos seres primitivos, [a mente] aparece sob a ganga do instinto, nas almas humanas surge entre as ilusões que salteiam a inteligência, e revela-se nos Espíritos Aperfeiçoados por brilhante precioso a retratar a Glória Divina. Estudando-a de nossa posição espiritual, confinados que nos achamos entre a animalidade e a angelitude, somos impelidos a interpretá-la como sendo o campo de nossa consciência desperta, na faixa evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite operar.
A consciência representa, como nos esclarecem os Espíritos da Codificação, um pensamento íntimo, que pertence ao homem, como todos os outros pensamentos. Ela é o [...] centro da personalidade, centro permanente, indestrutível, que persiste e se mantém através de todas as transformações do indivíduo.
A consciência é não somente a faculdade de perceber, mas também o sentimento que temos de viver, agir, pensar, querer. É una e indivisível. [...]
No entanto, à medida que os Espíritos evoluem, a consciência do bem e do mal está mais bem definida neles, de sorte que a liberdade de consciência, regulando as relações interpessoais, reflete [...] um dos caracteres da verdadeira civilização e progresso.
A consciência, entendida como faculdade de estabelecer julgamentos morais ou juízos de valor, é um atributo pelo qual o homem pode conhecer e julgar sua realidade e a realidade do outro. Os julgamentos feitos pela consciência e as interpretações de atos e fatos do cotidiano apresentam limitações, visto que estão fundamentados em parâmetros morais que cada um estabelece para si. É ela fruto de experiências e crenças individuais, elaboradas no contexto cultural onde a criatura humana está inserida, e que se manifesta de acordo com a evolução espiritual do ser. Assim, enquanto a liberdade de pensar é ilimitada, a liberdade de consciência sofre restrição, já que depende do nível evolutivo do Espírito.
A consciência não esclarecida pode alimentar ideias malsãs, gerar e provocar ações moral e eticamente abusivas, resultando na manifestação de sofrimentos e desarmonias para si mesma e para o próximo. Os embaraços à liberdade de consciência, a propagação de doutrinas perniciosas e a escravidão humana são exemplos de desvios provocados por Espíritos imperfeitos, dominados pelo orgulho e pelo egoísmo.  Sendo assim, devemos agir com cautela quando condenamos as ações, as ideias ou as crenças das pessoas, a fim de que não atentemos contra a liberdade de consciência.
(Pauta do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita)



Provações dos entes queridos

Não temos pela frente tão-só as nossas dificuldades, mas igualmente as dificuldades das pessoas queridas, pelas quais, muitas vezes, sofremos muito mais que por nós próprios. Forçoso, porém, anotar que, em nos interessando pelo apoio aos entes queridos, nunca estamos a sós, porquanto Deus, que no-los emprestou ao convívio, permanece velando sem olvidá-los. Nos dias de cinza e sombra de provação, doemos aos entes amados o melhor de nossa ternura, mas evitemos insuflar-lhes pessimismo ou desconfiança, ansiedade ou inquietação. Se nos pedem conselhos, não descambemos para sugestões pessoais, e sim, ajudemo-los a buscar a Inspiração Divina, através da prece, porque Deus lhe conhece as necessidades e lhes traçará seguro roteiro ao comportamento. Se doentes, mais que justo, lhe ministremos assistência e carinho; todavia, empenhamo-nos em guiar-lhes o pensamento para o otimismo, convencidos de que Deus lhes resguarda a existência em cada batimento do coração. Se empreendem mudanças em seu próprio caminho, abstenhamo-nos de interferir nas decisões que assumam, e sim, ao invés disso, diligenciemos abençoar-lhes os planos de renovação e melhoria, compreendendo que a Divina Providência vigia sobre nós, orientando-lhes os passos. Se resvalam em duras provas, trabalhemos por aliviá-los e libertá-los, que isso é dever nosso, mas sem torturá-los com a nossa inconformidade e aflição, na certeza de que Deus não está ausente do quinhão de lutas regenerativas ou edificantes que nos cabem a todos, em certas faixas de tempo. Auxiliemos aos nossos entes queridos a serem autênticos, como são e como devem ser perante a vida. Indiscutivelmente, tanto quanto irrompem problemas em nossa estrada, problemas outros inúmeros aparecem no campo da ação, daqueles que mais amamos; no entanto, a fim de ampará-los com eficiência e segurança, atuemos em favor deles, em bases de equilíbrio de amor, reconhecendo que não estamos sozinhos na empresa socorrista, de vês que muito antes de nós, Deus estava e continua a estar no caso de cada um.
(Mensagem de Emmanuel, do livro Alma e Coração de Chico Xavier)



Psicografia recebida pela médium Heliana em 26/06/2017

Meus queridos irmãos de ideal
Tempos difíceis esses!
Porém, é justamente nos tempos difíceis que descobrimos forças antes dormentes em nosso ser, esperando a oportunidade de se apresentarem.
Pois então, chegou a hora de deixarem brotar todos os potenciais adquiridos em inúmeras encarnações, preparando-os para ser revelados agora. Portanto, não se sintam despreparados para a luta. Esta, deverá se iniciar primeiro dentro de cada um. Renovar atitudes, fortalecer ânimos, alimentar o conhecimento, buscar subsídios para elaborar estratégias, tudo em nome do Cristo e de seu evangelho de amor.
Amor, como não precisar dele! Mais do que nunca, este sentimento precisa ser cultivado e fortalecido, somente ele lhes dará condições de sobreviverem daqui pra frente.
Podem chegar os momentos de desânimo, de desespero, de desesperança, de medo. Mas la estará o amor para envolve-los, ajudando-os a se erguerem seus companheiros e irmãos.
Para isso, queridos irmãos, fortaleçam a fé e a confiança na espiritualidade que os acompanha. Trabalhando e servindo, caminharão sempre na direção da luz maior, em uma estrada de luz, cujos obstáculos serão retirados pelo merecimento de cada um.
Confiem. Amem, amem incondicionalmente, sem cobranças, sem críticas, sem pruridos, como o Cristo os ama.
Como sempre dizemos, estamos também ao lado de vocês sempre que precisarem. Cuidem desta Casa de amor, suave como é a estrada de luz do Nosso Mestre Jesus. Paz a todos!
Irmão Josué


sábado, 1 de julho de 2017

Ano I - Rio das Ostras - Edição Julho 2017

Editorial

Decálogo do Cotidiano

1 - Comece o dia acendendo no peito a luz da prece.
2 - Envie aos amigos um pensamento de amor e envolva os desafetos em vibrações de paz.
3 - Verifique a tua agenda e trace as tuas metas para hoje, de modo a não perder tempo.
4 - Estampe no rosto um sorriso fraterno e coloque rios lábios palavras de gentileza.
5 - Não te mostres pessimista, mas não esperes atravessar o dia sem problemas.
6 - Afasta-te da crítica destrutiva, procurando encorajar os companheiros nas lutas em que se empenham.
7 - Olvida os pequeninos aborrecimentos e esforça-te por superar esse ou aquele contratempo, predispondo-te a compreender e perdoar sempre.
8 - Aprende a guardar silêncio para que saibas falar no momento oportuno.
9 - Não deixes passar a oportunidade de fazer o bem a quantos se aproximem dos teus passos.
10 - Confia em Deus e persevera na trilha do dever na certeza de que, haja o que houver, a Misericórdia Divina te sustentará.

(Mensagem de André Luiz, no Livro Páginas de Fé de Chico Xavier e Carlos A. Bacelli)




O Valor da Oração

No Evangelho segundo o Espiritismo vemos que “O dever primordial de toda criatura humana, o primeiro ato que se deve assinalar a sua volta à vida ativa de cada dia, é a prece. Quase todos  vós orais, mas quão poucos são os que sabem orar!”
A prece é um ato de adoração.
Segundo Leon Denis, a prece deve ser uma expansão íntima da alma para com Deus, um colóquio solitário, uma meditação sempre útil, muitas vezes fecunda. É, por excelência, o refúgio dos aflitos, dos corações magoados. Nas horas de tristeza, de pesar íntimo e de desespero, quem não achou na prece a calma, o reconforto e o alívio a seus males?
É importante destacar que o evangelho nos ensina, nas palavras de Jesus que tudo o que pedirmos, em oração, crendo que receberemos, nos será atendido. E que devemos também aproveitar esse momento íntimo de relação direta com nosso  Eu Divino, para agradecer e perdoar.
Jesus nos deixou um roteiro de oração completo que é muito usado, mas pouco raciocinado em sua essência real. A oração do Pai Nosso nos ensina que a prece envolve adoração quando Santificamos o Nome do Pai; submissão quando nos colocamos sob a vontade Dele em todos os momentos; a confiança de que nossos pedidos serão supridos quando dizemos “o pão nosso de cada dia nos dai hoje”; a análise do perdão e da nossa responsabilidade perante a caridade com o próximo quando pedimos que “perdoe nossas ofensas assim como perdoamos aqueles que nos ofenderam”; e, por fim, a confiança no amparo constante da espiritualidade quando pedimos que “não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal”.
Pela prece, o homem se reveste do concurso dos bons Espíritos que acorrem a sustenta-lo em suas boas resoluções e a inspirar-lhe boas ideias, adquirindo, desse modo, a força moral necessária a vencer as dificuldades e buscar o caminho reto, se desse se afastou.
A importância da prece é evidenciada quando aprendemos a fazer distinções entre rezar e orar. Rezar é repetir palavras segundo fórmulas determinadas.
Orar é sentir. É traduzir nossos sentimentos mais íntimos em palavras, sem formulas ou moldes que os contenham. Orar é irradiar para Deus, firmando desse modo nossa comunhão com Ele.
A oração é o poder dos fiéis. A reza é o apoio dos descrentes, que ainda não tem firmeza em suas convicções morais e espirituais.
Percebe-se a eficácia da prece nos efeitos ou resultados obtidos. Toda prece elevada é um manancial de magnetismo criador e vivificante e toda criatura que cultiva a oração, com o devido equilíbrio do sentimento, transforma-se, gradativamente, em foco irradiante de energias da divindade.
O trabalho da prece é mais importante do que se pode imaginar no círculo dos encarnados. Não há prece sem resposta. E a oração, filha do amor, não é apenas súplica. É comunhão entre o Criador e a criatura, constituindo, assim, o mais poderoso influxo magnético que conhecemos. Sobre os que oram em tarefas benditas, fluem, das esferas mais altas, os elementos-força que vitalizam nosso mundo interior, edificando-nos as esperanças divinas, e se exteriorizam, em seguida, contagiados de nosso magnetismo pessoal, no intenso desejo de servir com o senhor.
 (Fontes diversas)







Infância

Muitos psicólogos modernos acreditam que as crianças devem ser entregues à inclinação espontânea, cabendo aos adultos o dever de auscultar-lhes a vocação, a fim de auxiliá-las a exprimir os próprios desejos.
Esquecem-se, no entanto, de que o trabalho e a reflexão vibram na base de todas as ações alusivas ao aprimoramento da natureza.
Se o cultivador aguarda valioso rendimento da planta, há que propiciar-lhe adubo e carinho.
Se o estatuário concebe a formação da obra-prima, não prescinde do amor no trato da pedra.
Se o oleiro aspira a plasmar uma ideia no corpo da argila, necessita condicioná-la em forma conveniente.
Se o construtor espera segurança e beleza no edifício que lhe atende à supervisão, não pode afastar-se da disciplina, ante o plano traçado.
Toda obra revela a fisionomia espiritual de quem a executa.
Além disso, treinam-se potros para corridas, instruem-se muares para tração, exercitam-se pombos para correio e amestram-se cães para tarefas salvacionistas.
Como relegar a criança à vala da indiferença?
Do berço humano surgem muitos santos e heróis, para tarefas sublimes, no entanto, em maior proporção, aí respiram, na moldura de temporária inocência, almas comuns que suspiram por libertar-se da ignorância e da delinquência.
Instinto à solta na infância é passaporte para o desequilíbrio.
Menino em desgoverno; - celerado em preparação.
Hoje, criança livre; - amanhã, problema laborioso.
Pequeninos refletem grandes.
Filhos imitam os pais.
Os hábitos da madureza criam a moda espiritual para a juventude.
Esclareçamos nossos filhos no livro do exemplo nobre.
Nem frio que os mantenha na servidão, nem licença que os arremesse ao charco da libertinagem.
Em verdade, a criança é o futuro.
Mais ninguém colherá futuro melhor, sem frutos da educação.

(Mensagem de Emmanuel, do Livro Família de Chico Xavier)


quarta-feira, 31 de maio de 2017

Ano I - Rio das Ostras - Edição Junho 2017

Editorial

Autor do próprio destino

Se julgares que a vida é roteiro escrito que te foi imposto para executar, estás muito distante de avaliar a grandiosidade de Deus.
És o autor do próprio destino e tens a honra de esculpi-lo a cada instante, com os tons do aprendizado, renovado em cada oportunidade bem aproveitada.
Não creias que te baste permitir ser arrastado pelos vagalhões do determinismo em dias sem graça que nada pedem de ti.
Talvez fosse mais conveniente que a vida assim seguisse sem cobrar nenhum empenho de tua parte, pois jamais sofrerias qualquer tipo de incômodo da consciência ante os atos praticados.
Mas não é assim que acontece. És chamado constantemente a atuar, porque a vida é dada por fazer e cada um terá a chance, sempre renovada, de mudar, de reescrever, esculpindo sonhos, desejos e elaborando estradas novas para realiza-los.
Para que possas compreender o verdadeiro sentido da existência, é necessário que saias da periferia da materialidade e adentres corajosamente o cerne do teu ser, a fim de descobrires quem realmente és, assim como o que te falta complementar como alma, para atingires a iluminação interior. [...]
Não deves deixar passar as oportunidades sem ter certeza de que extraíste delas tudo que podias, como o engenheiro explora o terreno que lhe parece pequeno e, depois da exatidão das medidas, consegue erguer uma majestosa construção.
Assim é a tua vida. Muitas vezes pode parecer mirrada e sem espaço para abrigar os teus objetivos, mas basta apenas que a olhes atentamente para descobrir que ela pode oferecer muito mais do que buscas agora e, no futuro, te orgulhares de ter sido o artífice da beleza da existência.
Há, sim, uma fatalidade que te persegue, a de evoluir sempre até te tornar a própria luz.

(Mensagem ditada por Maria do Rosário Del Pilar - Livro A conquista da felicidade de Eulália Bueno)


A Saúde de corpo e alma

Há uma ideia generalizada entre nós de que a doença é resultado de forças externas, sejam biológicas, químicas ou ambientais. Já as doenças emocionais são vistas, geralmente, como pressões psicológicas e sociais externas, que geram o stress e adoecem nossa mente.
Analisando mais profundamente, a gênese da doença está centrada no ser espiritual, resultado de um desequilíbrio desencadeado por nós mesmos. A doença física é o estágio final desse desequilíbrio, que se inicia no espírito doente que ainda somos.
Nós somos seres espirituais e temos transitoriamente um corpo físico, portanto, a doença é o resultado de um distanciamento do ser humano de sua própria espiritualidade.
Fomos criados por Deus com a finalidade de desenvolver nossa essência interior até atingirmos toda a plenitude do nosso Ser. Toda vez que nos distanciamos deste objetivo temos como resultado a carência interior, nos distanciando do Eu Divino, gerando conflitos existenciais que nos adoecem a mente e, consequentemente, o corpo.
O resfriado escorre quando o corpo não chora, a dor de garganta vem quando não é possível comunicar as aflições, o estômago arde quando as raivas não conseguem sair, a dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam, o coração desiste quando o sentido da vida parece terminar, a pressão sobe quando o medo aprisiona, as neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza. Enfim, o distanciamento de nossa essência divina vai nos afastando de Deus, Fonte da vida, o que nos deixa carentes da energia da Vida, abrindo portas para o enfraquecimento da alma e do corpo.
A saúde espiritual é o resultado do cultivo da verdadeira espiritualidade, que nos liga a Deus intimamente e nos permite absorver Seu Fluxo de vida e Amor. Isso nos dá a base para desenvolver o amor por nós mesmos, amor pelo próximo, amor pela vida, nos fortalecendo. E mais fortes aprendemos a compreender que os erros são frutos da falta de conhecimento que ainda temos e precisam ser corrigidos, ao invés de punidos sob a máscara da autopiedade.
(Inspirado no Livro Saúde Espiritual - Alírio Cerqueira Filho)





















O convívio em família

A vida em família se caracteriza pelas projeções, transferências e manifestações de sentimentos. Sempre estamos realizando uma dessas condições mesmo que inconscientemente. Quando reencarnamos, não sabemos como vamos encontrar aqueles com os quais contracenaremos na vida material. Criamos expectativas antes e durante o reencarnar.
O convívio em família requer a percepção das transferências, a eliminação das projeções e a expressão equilibrada dos sentimentos.
Torna-se muito importante, para qualquer filho, os adjetivos empregados pelos pais na convivência com eles. Quanto mais elogiarmos sinceramente nossos filhos, mais eles tenderão a corresponder ao que ouviram. Filhos que foram estimulados pelos pais tendem a alcançar mais sucesso do que aqueles que não foram impulsionados a um futuro promissor. Uma palavra bem colocada, um adjetivo aplicado no momento adequado, podem ser sempre lembrados para o sucesso de uma encarnação.
As relações humanas, além de serem permeadas de projeções e de transferências, se estruturam em cima de papéis pré-definidos que norteiam a comunicação entre as pessoas. Tendemos a ‘exigir’ que as pessoas assumam modelos de comportamento que criamos e idealizamos. Sempre esperamos que as situações se desenrolem dentro de um esquema tal que não fujam de nossas expectativas. Não gostamos quando as coisas saem de um padrão pré-estabelecido. Nem sempre sabemos lidar com o que nos foge ao controle. Não é difícil observar em família que queremos que cada um siga seu papel e não nos aborreça. É preciso estar atento para não despejar críticas duras sobre os filhos por eles não estarem fazendo as escolhas que se esperava que fizessem. As escolhas deles podem frustrar as expectativas dos pais, não por rebeldia ou agressão, mas por estarem seguindo o impulso natural, próprio, de crescimento que trazem no íntimo. Educar é flexibilizar ou rever as próprias convicções em favor da singularidade do outro.
A lei de Deus nos reúne ao necessário aprendizado e para a manifestação do amor pleno. A vida em família é, portanto, o grande laboratório onde os espíritos reciclam-se para a própria felicidade. É ali onde se reúnem antigos amores e velhos desafetos para que, no desempenho dos papéis familiares, aprendam a se amar verdadeiramente.
(Inspirado no Livro Evangelho e Família – Adenáuer Novaes)



Psicografia recebida em 22/05/2017 pela médium Heliana

Caros irmãos e trabalhadores dessa seara,
Como já entenderam, a disciplina é preponderante m todas as atividades dentro de uma casa espírita, bem como em todos os momentos de nossas vidas. Nada pode ser feito direito se não traçarmos planos claros, lúcidos, lógicos, devendo estes ser compreendidos por todos os envolvidos. Não adianta só boa vontade. Essa é importante, mas se não houver objetivos definidos e compreendidos por todos, o serviço ficará pela metade.
Compreendemos as angústias daqueles que no momento se apresentam como responsáveis por tarefas nesta casa de amor. É normal, pois todos querem fazer o melhor. Mas, se a ansiedade superar a lógica, é possível que os resultados não aconteçam como o esperado. É melhor simplificar os planos, começar do simples para o complexo, caminhando com passos curtos, mas sempre para frente, garantindo assim os resultados tão esperados.
A Casa está muito amparada. O Plano Maior possui expectativas muito boas em relação a ela. Os trabalhadores já estão sendo preparados durante o sono físico e em breve chegarão as orientações do que já poderá ser realizado. Confiança, fé, paciência, perseverança. Disciplina no saber, disciplina no sentir e disciplina no fazer, como tão bem foi dito pelo nosso irmão, inspirado pelo Alto.
Confiem naqueles que dirigem esta Casa de amor na Espiritualidade.
Confiem em todos os irmãos de boa vontade que se oferecem para as tarefas, lembrando que não são todos que podem realizar ainda as tarefas mais complexas. Não importa. Cada mão, cada coração, cada alma é um instrumento, que se bem usado, complementará a sintonia celeste inspirada pelo Pai e pelo Mestre Jesus.
Sintam-se abraçados, fortalecidos e inspirados, irmãos queridos. Vocês não estão sós. Muitos que aqui estão para ajuda-los e fortalece-los sempre, pois esta é a missão desse suave caminho de Jesus.
Um grande abraço amoroso e fraterno de todos os mentores desta Casa.